terça-feira, 16 de novembro de 2010

Palavras por si só não bastam, aliás, nunca bastaram. O corpo pede, a pele pulsa por um toque, por sentir ; sentir frio e calor, arrepio e suor ao mesmo tempo. Sentir o olhar, o sorriso, sentir o hálito, o perfume, a maneira como torce o lábio e como solta um riso engraçado. Sentir a presença, vivê-la, se alimentar e depender dela.

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